21º dia – De Puyuhuapi, Chile a Bariloche, Argentina

Tínhamos a intenção de ir Puerto Montt, visitar a prima do Ale K, só que para chegar lá teríamos que ir até Chaitén e de balsa (transbordo) até Puerto Montt.

A má notícia é que Chaitén está inabitada porque os habitantes foram evacuados devido a erupção do vulcão Chaitén em maio deste ano. A erupção na época chegou a formar 30 cm de cinzas. Ver mais aqui.

Achei um video no YouTube da erupção deste vulcão.

Tivemos que modificar nossa rota subindo pela Argentina. Então, mais uma aduana para atravessarmos. Cruzamos para Argentina por Futaleufú (cidade dos melhores raftings do mundo), Esquel (Arg), Bolsón (considerada uma cidade hippie da Argentina) e chegamos a Bariloche pela noite.

Ficamos no Hostel La Barraca, um hostel mais ou menos, mas os mais bacanas já estavam cheios. Demos uma volta pela cidade e fomos descansar.

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20º dia – De Coyhaique, Chile a Puyuhuapi, Chile pela Carretera Austral

Pegamos a Carretera Austral e fomos em direção a Puyuhuapi. Este vilarejo é famoso por possuir um glaciar suspenso. É um glaciar formato no topo da montanha que é fruto da neve e da queda d’água que existe lá no topo. O visual é bonito, mas não espere muito se você já viu o Glaciar Perito Moreno. A melhor visão que se tem é de um mirante dentro de um parque. Paga-se CLP 3000 (R$ 12) para entrar. Honestamente não sei se vale a pena. Da Carretera Austral (estrada) é possível vê-la também, mas mais distante.

Seguimos viagem em direção ao vilarejo Puyuhaupi.

Se tiver mais que 500 pessoas no vilarejo é muito. A cidade cheira a lenha devido a calefação das casas de madeira. Todos páram para olhar você. Ainda mais eu que tengo los ojos cerrados.

Os vilarejos são muito curiosos. Mal nosso carro chegou nas Cabañas que iríamos nos hospedar, um senhor foi abrir o supermercado em frente que estava fechado. Fomos até uma padaria para comprar pães. Chegamos lá e estava aparentemente fechado. Mas de repente sai uma mulher de uma casa vizinha e abre a padaria. É que como o movimento é baixo ninguém fica nos estabelecimentos. Algumas casas tem ovelhas de estimação, amarradas com cordas, como se fossem cachorrinhos. Que dó!

Mais uma noite de vinho e pães…fomos dormir, ainda gripados.