29º dia – De Mendoza, Argentina a Córdoba, Argentina

Logo cedo fomos até o centro de Mendoza fazer câmbio. Aproveitei para comer no McDonald’s. Apesar de tudo, Mc é igual no mundo todo e tem um certo de gostinho de Brasil porque passei minha infância toda indo todas as 5ªs feiras com meu pai nos levando para comer BigMac.

Mendoza é uma cidade linda. Toda arborizada, ruas largas. Vários cafés nas ruas. Vários idosos conversando nas praças e cafés. Nota-se que o povo de lá é um povo bem bonito. Fomos surpreendidos pela beleza da manobrista do estaciomento (isso mesmo, era mulher) e pelas atendentes do McDonalds. Lindíssimas.

Queria ter ficamos mais tempo por lá, mas nosso calendario estava apertado.

Algumas fotos e saímos em direção a vinícola Norton. Diversas vinícolas rodeia Mendoza. É conhecida como terra do Malbec também, apesar da uva ter origem na França. Diferente do Chile, as rotas do vinho são conhecidas como “Caminos del Vino” (no Chile “Rutas del Vino”) e as vinícolas são conhecidas como “Bodegas” (no Chile “Viñas”). Mendoza é conhecida como uma das 8 principais capitais mundiais do vinho. Infelizmente, não pudemos fazer a visita a Bodega Norton. Chegamos ao meio-dia e a próxima visita seria as 15h, apesar do site dizer que havia de hora em hora. Uma pena.

De lá saímos em direção a Córdoba na Argentina, 615km de Mendoza.

Há 2 caminhos para se chegar a Córdoba. Escolhemos a mais lenta, porém, a mais bonita, entrando pelas serras.

No caminho o calor desértico o calor chegou a 39ºC nas estradas. Muito árido.

Próximo a Córdoba há um longo trecho de serra. Demos sorte de pegar esta serra no final da tarde e o pôr-do-sol batendo na serra nos proporcionava um visual inesquecível. Há certos trechos desta serra que dá um pouco de vertigem.

Enfim, chegamos a Córdoba e ficamos no Hostel Tango. Muito confortável e limpo. Uma nota especial vai para a Paula, linda argentina que nos recepcionou muito bem e tentou arriscar várias palavras em português num doce sotaque espanhol.

Córdoba é conhecida pelos esportes radicais. Há diversas opções de trilhas, trekking, sky dive, rapel e visita a casa/museu de Che Guevara em Alta Gracia, 30 km dali. Che ficou em Córdoba por alguns anos durante a sua infância para se tratar de uma asma crônica.

Córdoba vale uma visita mais demorada. O povo argentino de lá nada tem a ver com o de Buenos Aires. Os próprios moradores de lá admitem isso. São 1000 vezes mais simpáticos e receptivos. Dizem eles que é uma pena que todos os argentinos no mundo que as pessoas conhecem serem de Buenos Aires. Criando a má fama.

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