26º dia – Santiago, Chile

Pegamos um tempo muito bom em Santiago. Muito quente de dia e fresco a noite.

Fomos conhecer a cidade. Lembra muito o centro de São Paulo, com prédios antigos e colados um no outro. Há diversos calçadões. Fomos direto no Paseo Ahumada. Demos uma volta por lá. Há muita gente nas ruas. Pessoas de diversas idades, diversas lojas, casas de câmbio, vendedores ambulantes de Huesillos uma bebida típica que leva pêssego e o sabor lembra muito pêssego em calda. Em toda esquina vende Huesillos.

Os cafés são engraçados. Há diversos cafés e em todos eles há mulheres com microsaias servindo cafés. Um dos mais famosos é o Haiti com dezenas de lojas. São conhecidos como Café con Piernas. E vão desde homens, mulheres e famílias. Há outros mais suspeitos com vidros escuros com atendentes usando roupas um pouco mais ousadas. Devem servir outras coisas mais além do café.

Fomos até o Cerro San Cristóbal. Lá você tem uma linda vista 360º da cidade.

Já com fome fomos até o Mercado Central, o equivalente ao Mercado Municipal de São Paulo, só que em dimensões bem menores. Não há a mesma diversidade de frutas de São Paulo, mas o lugar é simpático e vale a pena conhecer. Eu estava tirando fotos e filmando quando fui avisado para tomar cuidado com os ladrões.

Há um restaurante que domina o Mercado Central, o Donde Augusto. Lá comemos Paella e experimentamos a famosa Centolla, um mega siri pela bagatela de R$ 100 por pessoa. Caro, mas vale a pena pelo sabor e pelo show do garçom ao cortá-la.

Passamos no supermercado para algumas compras do nosso jantar e fomos pegar uma piscina no Hostel.

Conhecemos um pessoal de Floripa que prentendem fazer uma viagem de 1500 km de bike. Doidos. Estavam em 7 pessoas. Doidos porque já conhecíamos as estradas que eles pretendiam pegar. Nós de Pajero, já sofremos um bocado, fico imaginando o que será passar pelo mesmo caminho de bicicleta.

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26º dia – De Pucón, Chile a Santiago, Chile

Logo cedo pegamos a estrada em direção a Santiago. No caminho passamos por Villarrica, uma cidade que leva o mesmo nome do Vulcão Villarrica.

Foi uma viagem tranquila. As estradas do Chile são excelentes. Chegamos no final da tarde e nos hospedamos no Hostel La Casa Roja, no bairro chamado Brasil. A casa é bem antiga, com portas de 3 metros da altura e pé direito de uns 4 metros. Tudo de madeira numa decoração do começo do século passado.

Santiago é uma metrópole cercada pelos Andes. Chegando próximo da cidade é possível ver a poluição no ar que até dificulta a visão dos Andes para quem está na cidade. Mas é uma cidade bonita cercada de vinícolas da Rota do Vinho.